CONVERSA ENTRE BRUNO, FRAGUITO E HELOÍSA SOBRE A HISTÓRIA DA BANCA DO MÉIER


– história da Banquinha do Méier:

O shopping do Méier foi o primeiro da América Latina . E toda a população da Z.N. vinha para praça Agripino Frieco, fazendo passagem pela Dias da Cruz.

Logicamente a calçada passa a ser um ponto estratégico político para as campanhas eleitorais, onde se reunirão o PMDB, PT, PDT, PSB, PcdoB. Todas as correntes e partidos transformando-a num ponto de luta política.

Sendo que, naquela época, o funcionamento do shopping era de domingo a domingo.

A VITÓRIA DO BAIRRO DO MÉIER REPRESENTAVA A VITÓRIA NO MUNICÍPIO E NO ESTADO.

– Como começa a Caçada da Resistência?

O Partido resolve, em 1996, lançar a Jandira como prefeita. Nisso vem arrigementar quadros de outras forças políticas. Toma corpo, então, a organização do partido que chega a ter sede nesse momento. Há então, do conjunto do distrital, a decisão de colocar a banca no sábado de manhã. De lá pra cá há uma vazão de materiais e crescimento político na distrital.

A distribuição de materiais não se restringia à distribuição do jornal “A Classe Operária”, mas também de boletins de prestação de contas de nossos mandatos parlamentares.

– Por que Calçada da Resistência?

Por decisão dessa mesma gestão da direção distrital foi feito um convite a todas as forças políticas do campo de esquerda, mas que no seu conjunto só participaram efetivamente o PCdoB, o PT, o PHS e o PDT, que não chegaram a permanecer um ano. Então a Calçada da Resistência do PcdoB até os dias de hoje.

– O que foi feito para aglutinar essas forças mais a frente?

Foi tirado março, aniversário do Partido como mês de comemoração da Calçada, como forma de aglutinar as outras forças políticas após isso.

– Quais foram os personagens de destaque no campo político do município que chegaram a participar?

Jandira Feghali, Edmilson, Gusmão, Paulo Ramos (Paulo Ramos), Mario Del Rey (ainda militando neste período no PSB), Jorge Bittar (PT), Chico Alencar (na época ainda no PT), Ana Rocha (Presidenta do Partido).

– A Calçada teve também outras formas de comunicação?

Caixa de som, megafone, discursos políticos falando desde militantes como a atual presidente do distrital (Heloísa da Silva Vieira) que, no período falava como membro da categoria do magistério (na época diretora da Zonal do Sindicato dos Professores).

– Fraguito, João Carlos, eram nesse período, diretores da Associação de Moradores do Méier.

– Que frutos parecem, hoje, na distribuição da “Classe”?

Hoje temos nos moradores do bairro, e na região do Grande Méier, um interesse muito grande pelo jornal, que passou a ser um veículo de formação de opinião.

O uso do som foi abandonado por conta do incomodo que causava no comércio, mas na opinião do Fraguito, por exemplo, o uso do som, uma vez por mês, nos propiciaria novamente outro patamar na ação da Secretaria de Comunicação do Partido.

O Distrital Vila Isabel, a exemplo da banca do Méier também fez sua calçada da resistência que resultou numa das maiores votações no partido tanto para deputado estadual Edmilson Valentim, como para Jandira, que fez uma expressiva votação no Méier e em Vila Isabel.

– As lutas na Calçada

Os abaixo-assinados das campanhas contra a ALCA, pelo desarmamento, contra a Base de Alcântara, bem como contra as privatizações do FHC, marcaram nossas atividades na “Banquinha” como é carinhosamente chamada.

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